Prece do Perfeccionista

March 17, 2015

 

“Não se vendem dois pardais por um asse? E, no entanto, nenhum deles cai em terra sem o consentimento do vosso Pai! Quanto a vós, até mesmo os vossos cabelos foram todos contados.“Não se vendem dois pardais por um asse? E, no entanto, nenhum deles cai em terra sem o consentimento do vosso Pai! Quanto a vós, até mesmo os vossos cabelos foram todos contados. Não tenhais medo, pois valeis mais do que muitos pardais”. (Mateus,10;29 a 31)

 

 

 

Senhor Jesus, livrai-me da compulsão para fazer coisas com perfeição.

Ajuda-me a aceitar a normalidade das falhas humanas.

Neste momento de minha caminhada evolutiva, compreendo que me criaste para viver humanamente e não perfeitamente.

Hoje “ser homem” é respeito ao limite daquilo que sou.

 

Amigo Excelso, que eu possa retirar de meu vocabulário diário as expressões: “ter que”, “deveria”, “precisaria agir” ou “atuar melhor”. Certas frases que utilizo com frequência me induzem a fazer além do que eu sei ou posso fazer.

Quase sempre, amável Condutor de Almas, noto que ninguém me repreende tão cruelmente quanto eu mesmo.

Disseste certo dia: “Não se vendem dois pardais por um asse? E, no entanto, nenhum deles cai em terra sem o consentimento do vosso Pai! Quanto a vós, até mesmo os vossos cabelos foram todos contados. Não tenhais medo, pois valeis mais do que muitos pardais”.


Todavia, Senhor, quase sempre me esqueço dessas tuas palavras de confiança e destemor e tento buscar no perfeccionismo uma forma de compensar meu medo de viver, de indenizar a insegurança que me domina, de conter minha inquietação diante da existência.     

 

 

Esclarece-me Mestre Galileu, para que eu perceba com clareza minhas fronteiras internas e externas, e jamais deixes que eu me compare com os outros. Quando faço comparações, sempre me frusto, Senhor Jesus.

Que eu perceba até onde devo ir, até onde minhas forças aguentam, até onde são úteis e verdadeiras minhas buscas existenciais.

Não permitas que eu me fantasie e heróis ou de super-criatura, uma vez que pertenço a raça humana, tenho dificuldades e pontos fracos, estou aprendendo lições comuns e vivendo situações apropriadas as minhas forças.

Rabi de Nazaré, não consintas que eu ignore os meus erros, pois, desta forma, tudo o que eu teria que aprender com eles ficaria prejudicado.

Luz do mundo, quando a síndrome de onipotência me envolver a casa mental, ajuda-me a desvencilhar dela rapidamente, a admitir minha vulnerabilidade e a retomar o que me é devido – minhas possibilidades inatas, singelas e naturais. Não tenhais medo, pois valeis mais do que muitos pardais”. (Mateus,10;29 a 31)

 

 

Senhor Jesus, livrai-me da compulsão para fazer coisas com perfeição.

Ajuda-me a aceitar a normalidade das falhas humanas.

Neste momento de minha caminhada evolutiva, compreendo que me criaste para viver humanamente e não perfeitamente.

Hoje “ser homem” é respeito ao limite daquilo que sou.

Amigo Excelso, que eu possa retirar de meu vocabulário diário as expressões: “ter que”, “deveria”, “precisaria agir” ou “atuar melhor”. Certas frases que utilizo com frequência me induzem a fazer além do que eu sei ou posso fazer.

Quase sempre, amável Condutor de Almas, noto que ninguém me repreende tão cruelmente quanto eu mesmo.

Disseste certo dia: “Não se vendem dois pardais por um asse? E, no entanto, nenhum deles cai em terra sem o consentimento do vosso Pai! Quanto a vós, até mesmo os vossos cabelos foram todos contados. Não tenhais medo, pois valeis mais do que muitos pardais”.


Todavia, Senhor, quase sempre me esqueço dessas tuas palavras de confiança e destemor e tento buscar no perfeccionismo uma forma de compensar meu medo de viver, de indenizar a insegurança que me domina, de conter minha inquietação diante da existência.     

 

 

Esclarece-me Mestre Galileu, para que eu perceba com clareza minhas fronteiras internas e externas, e jamais deixes que eu me compare com os outros. Quando faço comparações, sempre me frusto, Senhor Jesus.

Que eu perceba até onde devo ir, até onde minhas forças aguentam, até onde são úteis e verdadeiras minhas buscas existenciais.

Não permitas que eu me fantasie e heróis ou de super-criatura, uma vez que pertenço a raça humana, tenho dificuldades e pontos fracos, estou aprendendo lições comuns e vivendo situações apropriadas as minhas forças.

Rabi de Nazaré, não consintas que eu ignore os meus erros, pois, desta forma, tudo o que eu teria que aprender com eles ficaria prejudicado.

Luz do mundo, quando a síndrome de onipotência me envolver a casa mental, ajuda-me a desvencilhar dela rapidamente, a admitir minha vulnerabilidade e a retomar o que me é devido – minhas possibilidades inatas, singelas e naturais.

 

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